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ARTIGO
ANA ARLINDA ALCâNTARA CALDEIRA
Ana Arlinda Alcântara Caldeira
Possui graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela Universidade de Marília (2013), completou o MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas de Bauru (2017) e a pós em Marketing Digital pela Usc (2019). Tem experiência na área de Comunicação Social, com ênfase em design gráfico, desenvolvimento de publicidade interna e externa para empresa, marketing digital e comunicação empresarial.
A Ética na Informação dos Meios de Massa

Nos dias de hoje, torna-se difícil filtrar a diversidade de canais e meios de comunicação existentes, fazendo com que muitos conteúdos desrespeitosos aos seres humanos sejam exibidos, algumas vezes, em redes nacionais de comunicação de massa, Até aonde vai o direito à criação e divulgação de notícias, tanto pela mídia quanto pelo próprio público, que também tem o poder de propagar ideias?

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas, em contrapartida, é usada da forma errada e com a intenção de divulgar, rapidamente, informações e imagens que serão compartilhadas incessantemente. O público, na maioria das vezes, considerado uma vítima da mídia, é encontrado disseminando conteúdos falsos, impróprios e, além disso, mostra um comportamento de quem aprova essa atitude.

Há muitos programas de rádio e televisão e portais na Internet, os quais dizem ser informativos e educativos, embora divulguem inúmeras matérias sensacionalistas, frisando o sofrimento de cidadãos em situações vergonhosas ou de risco, com o objetivo de ganhar mais ibope e visibilidade, e sob o pretexto de ser um meio de comunicação a serviço da cidadania.

A imprensa deve ser livre para expor acontecimentos e informações relevantes para a população através do canal que considerar mais eficaz para isso, porém manter a privacidade e o sigilo também faz parte do papel da imprensa. Retirar a dignidade das pessoas em prol de mais compartilhamentos é um trabalho jornalístico antiético e incentivador do que é deseducado.

Dessa forma, os meios de comunicação devem mudar sua postura em relação ao sensacionalismo. Essa mudança, ao ser notada pela população, estaria educando a sociedade e mostrando a forma correta de se fazer notícia. Rádios, revistas e jornais precisam exibir notícias verdadeiras e com mais conteúdo frequentemente, principalmente em suas redes sociais como o “WhatsApp”, que pode, facilmente, ser usado como meio de compartilhamento entre seus usuários.

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